Quem sou
Caio Figueirôa: por que dediquei minha advocacia às pensões do Rioprevidência
Sou o Dr. Caio Figueirôa, advogado inscrito na OAB/RJ desde 2015: mais de dez anos de experiência na advocacia. Sou apaixonado por tecnologia, e é assim que eu leio uma pensão: como um sistema com regras, linha por linha, até os números fecharem.
Antes de advogado, sou alguém que gosta de entender como as coisas funcionam
Sou carioca, nascido e criado no Rio de Janeiro, e desde sempre tive fascínio por tecnologia. Isso não é só um interesse à parte: é a forma como eu penso. Diante de qualquer sistema, o que me atrai é entender as regras: aprender como cada peça deveria funcionar e descobrir onde o resultado não bate com o que deveria ser.
Levei essa forma de pensar para a advocacia. Este site que você está lendo, por exemplo, fui eu quem construiu, do texto ao código. As ferramentas que uso para conferir os cálculos das pensões também. Não terceirizo aquilo que quero entender por dentro.
Faço questão de dizer isso por um motivo simples: quem constrói a própria casa sabe onde estão as vigas. Quando explico algo a você, não estou repetindo o que alguém me disse. Estou mostrando o que eu mesmo conferi, com rigor e por inteiro.
Onde tudo começou: a pensão de uma tia-avó minha
Essa história não nasceu num livro de direito. Nasceu dentro da minha própria família. Uma tia-avó minha recebia uma pensão que estava defasada havia anos: um valor que deveria ter subido com o tempo, mas foi ficando para trás. E o que mais me marcou não foi o tamanho do problema: foi perceber que ela não fazia a menor ideia de que tinha direito a mais.
Ninguém nunca tinha explicado a ela. E, sendo honesto, ela jamais descobriria sozinha. Não é uma falha dela: é que essas contas são feitas de um jeito que ninguém consegue entender. Ela recebia o que caía na conta todo mês e confiava que aquilo estava certo, como qualquer um de nós faria. Preciso ser claro antes de seguir: cada caso é diferente, cada pensão tem a sua própria história, e nenhum advogado sério pode prometer a você um resultado igual ao de ninguém.
Quando fui atrás de entender, descobri que ela tinha, sim, um direito que ninguém havia explicado. Conto isso porque foi o meu começo, não como promessa do que vai acontecer com o seu benefício: cada caso é diferente. Se uma coisa dessas acontecia com alguém da minha própria família, estava acontecendo, em silêncio, com milhares de pessoas ao mesmo tempo. Foi ali que entendi a que eu queria dedicar minha advocacia.
O mais grave não era o valor perdido: era que, se ninguém tivesse olhado, ela jamais saberia que tinha esse direito.
O que os números públicos mostram, e por que isso não me conforma
Depois da minha tia-avó, passei a olhar de perto as pensões dos servidores e pensionistas do Estado do Rio, do Rioprevidência, sucessor do antigo IPERJ. Meu foco são as pensões por morte mais antigas. E, quanto mais eu conferia, mais o mesmo padrão aparecia: pensões que pararam de acompanhar os reajustes e foram ficando para trás, ano após ano.
Isso não é achismo meu. O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) já apontou irregularidades nos pagamentos do Rioprevidência, e o próprio Rioprevidência admitiu cerca de 44 mil benefícios sem a devida recomposição. A Lei estadual nº 6.244/2012 determina reajuste anual pelo INPC, um índice que mede a inflação; para óbitos até o fim de 2003, ainda valem a paridade e a integralidade: a pensão deveria acompanhar o cargo do servidor. As regras existem, estão escritas.
O que me move é isto: atrás de cada pensão calculada a menor não há uma planilha, há uma pessoa real. Muitas vezes uma viúva idosa, uma filha: alguém como a minha tia-avó, que dependia de quem serviu ao Estado a vida inteira. Não me conformo que uma coisa dessas passe despercebida por tanto tempo, e é essa inconformidade, não um plano de carreira, que me mantém nessa área.
Como eu trabalho: o mesmo rigor, com clareza total
Levo para cada caso o mesmo cuidado de quem programa um sistema. Antes de dizer qualquer coisa, confiro os dados públicos disponíveis e as regras que se aplicam àquela pensão. Só então explico o que encontrei, em linguagem simples, sem juridiquês. Se um termo técnico aparece, eu explico logo em seguida: você não precisa decorar lei nenhuma para entender o que está em jogo no seu benefício.
Também trabalho com transparência: mostro de onde vem cada conclusão e por que aquela regra vale para o seu caso. Você acompanha o raciocínio, entende o porquê de cada número e decide com segurança: a diferença entre ouvir uma promessa e enxergar, com os próprios olhos, o que a lei prevê para a sua pensão.
O atendimento é feito à distância, pelo WhatsApp, para que ninguém precise sair de casa e no seu próprio ritmo, e filhos e netos podem participar. Uma coisa eu repito porque importa: nada é feito sem a sua autorização. E o que você me contar fica protegido pelo sigilo profissional.
Formação e credenciais
- OAB/RJ 198.335 Advogado inscrito desde 2015
- Direito Previdenciário: MBA (pós-graduação Lato Sensu) PUCRS · em curso
- Bacharelado em Sistemas de Informação XP Educação · em andamento: a base técnica por trás do estudo de dados
- Autor do estudo público da defasagem Dados do Rioprevidência, livres para republicação
Por onde começar
Se quiser dar o próximo passo
Pode me chamar quando quiser
Se você recebe uma pensão antiga do Rioprevidência, ou cuida de um pai ou de uma mãe que recebe, pode me chamar no WhatsApp para tirar uma dúvida. Não prometo resultado a ninguém, porque nenhum advogado honesto pode garantir o que depende do Judiciário, e cada caso é diferente do outro. O que ofereço é uma conferência honesta dos números e uma orientação clara sobre os caminhos possíveis. Conversar não é contratar, e nenhum passo é dado sem a sua autorização. É só me chamar.