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Pensões do Rioprevidência

Pensão defasada: o valor da sua pensão pode ter ficado para trás

Conversa protegida pelo sigilo profissional do advogado. Conversar não é contratar — nada é feito sem a sua autorização.

A lei tem uma regra especial para pensões antigas. Quando o servidor do Estado do Rio de Janeiro faleceu até o fim de 2003, como regra a pensão deve corresponder ao valor do cargo dele. E deve subir junto, sempre que a categoria recebe reajuste. É o que a lei chama de integralidade e paridade. Em palavras simples: a pensão não pode ficar parada enquanto o salário do cargo sobe.

Na prática, muitas dessas pensões ficaram para trás. São mais de 20 anos de reajustes, e nem sempre o Rioprevidência aplicou todos. Isso costuma acontecer com pensões de professores, policiais civis, fiscais e outros servidores do Estado. Se a sua pensão vem de um falecimento até 2003, o valor pago hoje pode estar defasado — e pode valer a pena conferir.

Sinais de que vale conferir

  • O servidor faleceu até o fim de 2003 e a pensão parece a mesma há anos.
  • A categoria teve reajuste (professores, policiais civis, fiscais), mas a pensão não acompanhou.
  • O valor da pensão é bem menor que o salário de quem ocupa o mesmo cargo hoje.
  • A pensão só aumenta quando o salário mínimo aumenta.
  • Antigos colegas de trabalho do servidor recebem aposentadoria bem maior que a pensão.
  • Ninguém da família nunca conferiu o valor — só recebe o que cai na conta.

Não precisa ter certeza de nenhum sinal — identificar o que se aplica é papel do advogado.

Como funciona a conferência

A conferência é feita com base em dados públicos: os pagamentos das pensões do Estado do Rio de Janeiro são publicados e qualquer pessoa pode consultar. O advogado Caio Figueirôa (OAB/RJ 198.335) compara o valor da sua pensão com o salário atual do cargo do servidor e com os reajustes que a categoria recebeu ao longo dos anos. Com o seu contracheque em mãos, dá para ver se algum reajuste ficou faltando. Conferir não altera nada no pagamento atual: a pensão continua caindo na conta normalmente. Um detalhe que ajuda a entender o assunto: pela lei, as diferenças só podem ser cobradas dos últimos 5 anos. As parcelas mais antigas vão deixando de ser recuperáveis com o passar do tempo.

O que ter em mãos para a primeira conversa

  • Contracheque recente da pensão (pode ser foto ou print do portal do Rioprevidência)
  • Certidão de óbito do servidor ou qualquer papel que mostre o cargo que ele tinha
  • RG e CPF de quem recebe a pensão

Fotos tiradas pelo celular, enviadas no próprio WhatsApp, já servem.

Perguntas frequentes

Pedir a conferência mexe no que eu já recebo?

Não. Conferir o valor não altera nada no pagamento atual. A pensão continua caindo na conta todo mês, do mesmo jeito. A revisão serve só para verificar se pode haver diferença a receber — e o pedido é sempre para acrescentar, nunca para diminuir o que você já recebe.

O falecimento foi há mais de 20 anos. Ainda dá para conferir?

Sim. A regra da integralidade e da paridade vale justamente para os óbitos até o fim de 2003, mesmo que já tenha passado muito tempo. O que muda é o alcance: as diferenças só podem ser cobradas dos últimos 5 anos, e as parcelas mais antigas vão deixando de ser recuperáveis. Por isso a conferência costuma ser feita sem demora, mas com calma.

Preciso ir ao escritório para saber se a minha pensão está defasada?

Não. A conversa toda pode ser feita pelo WhatsApp, no seu tempo. Um filho ou neto pode ajudar a enviar os documentos, se for mais fácil. E conversar não é contratar: você pergunta, entende a sua situação e decide depois, sem compromisso.

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Atendimento identificado: Caio Figueirôa, OAB/RJ 198.335.

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